Linhas de Investigação

 

Linha A) Estudos de Segurança, da Paz e da Guerra

       

Investigadores: Luis Tomé (coord.), Isabel Nunes, Filipe Vasconcelos Romão, Sofia Santos, Evanthia Balla, Mateus Kowalski, Luís Valença Pinto, Rita Duarte, Xavier de Sousa, Bruno Gabriel, Patrícia Galvão Teles, José Ferreira, Augusto Rogério Leitão, Ricardo Sousa, Carlos Branco, Pedro Barata, Edoardo Boria, Fatih Tayfur, Huseyin Bagci e Felipe Pathé Duarte.

Este Grupo de Investigação ESTUDOS DE SEGURANÇA, DA PAZ E DA GUERRA surge na sequência e agrega competências de anteriores Grupos e Linhas de Investigação – nomeadamente, “Dinâmicas e Interacções na Grande Eurásia” e “Estudos da Paz e da Guerra” - visando aprofundar o conhecimento numa óptica interdisciplinar sobre as actuais realidades da segurança internacional, os novos dados estratégicos e os imperativos da promoção da paz, tendo em conta as abordagens mais recentes e as evoluções tanto ao nível global como local ou regional - com ênfase nos espaços Europeu, do Atlântico, do Mediterrâneo e Africano, - bem como contribuir para a difusão de uma cultura de resolução de conflitos por meios pacíficos. A grande maioria dos projectos e actividades são desenvolvidos com instituições parceiras, portuguesas e estrangeiras.  

Programas estruturantes:

  • Segurança Euro-Atlântica
  • Arquitectura Africana de Paz e Segurança: consolidação ou estagnação?
  • Desafios e envolvimento de Portugal na segurança internacional

Projectos:

  • Multipolaridade e Segurança Internacional
  • Interacções Europa-Ásia no domínio da Segurança
  • Geopolítica da Ásia-Pacífico
  • A Transformação da NATO
  • Justiça Penal Internacional
  • Perspectivas sobre a Segurança no Mediterrâneo
  • Política Europeia de Segurança e Defesa - donde vem e para onde vai?
  • As Metamorfoses da Violência

 

Linha B) Espaços Económicos e Gestão de Recursos

Investigadores: Manuel Farto (Coord.), Giuseppe Ammendola, Brígida Brito, Korinna Horta, Renato Pereira, Brás dos Santos, Ana Furtado, René Tapia, Rui Paiva, Graça Ermida, Pedro Pinto, Henrique Morais, Ana Quaresma e Sandra Ribeiro.

O Grupo de Investigação ESPAÇOS ECONÓMICOS E GESTÃO DE RECURSOS baseia-se na estreita articulação entre as questões económicas e a análise das realidades internacionais. Assente num trabalho eminentemente interdisciplinar, tem como objectivo central o estudo do processo da internacionalização das economias, das suas interdependências e dos seus diversos impactos e desafios, com relevo, naturalmente, para essas dimensões das economias portuguesa e europeia, bem como o estudo da importância política de alguns recursos estratégicos no panorama internacional. A grande maioria dos projectos e actividades são desenvolvidos com instituições parceiras, portuguesas e estrangeiras.

Programas estruturantes:

  • Internacionalização da Economia Portuguesa
  • A Economia Europeia no Quadro da Economia Mundial
  • Poder e Recursos Energéticos

Projectos

  • China -América Latina: relações económicas e comerciais
  • Economias Emergentes e Recursos Energéticos
  • Economia da droga e criminalidade financeira transnacional
  • Economia Europeia e Relações Transatlânticas: inovação, comércio e tecido empresarial
  • As empresas de produção e distribuição de energia como instrumentos do poder do Estado: os casos da GALP em Portugal, da Petrobras no Brasil, da YPF na Argentina e da Sonangol em Angola

Linha C) Povos e Estados – construções e interacções

Investigadores: Luís Moita (Coord.), Luís Fraga, Lucas Freire, José Subtil, Helena Curto, Daniel Rodrigues, Célia Quintas, Miguel Santos Neves, Paulo Vicente, Nancy Gomes, Telma Ruas, Fernando Amorim, Constança Urbano de Sousa, Reginaldo de Almeida, Luisa Godinho, Sofia José Santos, Artur Vitória, Andrea Carteny, Giuseppe Motta, Hermínio Esteves e Jorge Teles.

O Grupo de Investigação designado POVOS E ESTADOS: CONSTRUÇÕES E INTERACÇÕES tem a vocação de contribuir para a compreensão do papel dos actores internacionais, vistos na sua dimensão dinâmica e evolutiva, na sua génese e no seu multiforme relacionamento. Ao incluir o termo POVOS quer-se significar a atenção às identidades culturais subjacentes aos próprios processos políticos; ao incluir o termo ESTADOS quer-se referir a compreensão da génese dos Estados até às suas configurações contemporâneas, enquanto essa análise é relevante para o seu papel como actores do sistema internacional, mas sem esquecer a existência e o papel de outros actores não estatais, como são as cidades, as regiões, as comunidades dispersas, etc. Daí também a expressão CONSTRUÇÕES, tentando recuperar a história dos modos como se foi formando essa organização política a que chamamos Estado no seio de um vasto quadro de INTERACÇÕES relacionais, designadamente sob a forma clássica da diplomacia, sem prejuízo de prosseguirem alguns projectos de pesquisa sobre questões de soberania e legitimidade, bem como sobre federalismo no quadro europeu. A grande maioria dos projectos e actividades são desenvolvidos com instituições parceiras, portuguesas e estrangeiras.

Programas estruturantes:

  • Diplomacia de Alianças
  • Diáspora Portuguesa e Lusofonia
  • Cidades e Regiões como actores internacionais

Projectos:

  • A Comunidade Ibero-Americana
  • A Diplomacia no Antigo Próximo Oriente
  • A Diáspora Portuguesa como factor estratégico para a política externa portuguesa
  • Cidades e Regiões: a paradiplomacia portuguesa
  • Federalismo, etnonacionalismo e secessionismo na Europa.

 

 

 

 

 

 

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